José Alceli Sobreira

26/03/2010

“Em matéria de entretanto não há nada como não resta a menor dúvida. Não afirmo que sim nem que não, muito pelo contrário. Mais vale uma pessoa todavia nunca do que uma sem comparação talvez. Posto quê, na desteridade dilemática, no climatério clavicórdio, no dezaguizar do ápice, da heterogeneidade sexual, assim com são as pessoas são as criaturas.

Tenho dito!”

Discurso do meu querido avô. Claro que isso não possui sentido algum e foi apenas uma brincadeira dele pra impressionar a platéia e demonstrar como ele brincava com as palavras por conhecê-las tão bem. Tinha o dom da escrita e da oratória. Um dos maiores radialistas que já conheci e um homem de uma inteligência inigualável e invejável. Se na minha vida eu conseguir aprender a falar metade das línguas que ele falava, e saber escrever como ele escrevia, já me darei por satisfeito.

Hoje seria mais um aniversário dele. Por isso posto aqui a minha humilde homenagem. Parabéns vô!

E como era de praxe, aquela velha saudação que eu sinto falta de proferir: “Alô Bombom!”

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